longe. terra desabitada, árida, inacessível ao vento úmido que a rodea, mas não penetra.
disposto a arrastá-lo pelo viagem.
Segui.
parecia tão ausente, mas partia.
com ele, rastro de recordações e vibrações. o texto afundava,
e eu ainda olhava em volta.
porque não posso falar. agora estou só. te grito, mas não para que vc me escute. o que vivia , o que viviencio?
a experiência era desmanchar o instranponível do limiar.
dis
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
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