Um dia nublado como um oásis entremeio a luz tenebrosa que esclarece e escalda. O corpo se sente bem e se fende, trinca, deixa escapar, o que guardei de mais belo e terrível, só pra você. Es-corre e vai direto ao fundo do finito,
espreita.
Agora. Já não posso dizer que te feri. Refugiado a distância. Sozinho e muito mal acompanhado. O que quero o que quero o que erro.
Talvez chova agora.
Quem vai pagar por tudo isso? a quem agradecerei ao final da corrida, da noite eterna, da cerveja quente e do corpo molhado, na sargeta, disperso e adormecido, o táxi, as horas, o cinema, o japonês, a espera, o cigarro, a espera, a espera?A solidão em teclas, copos, bares, carreiras, cartões, brindes.
A frustração deixou um traço de destino em minha mão.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
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