quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Gerencio esse aparato sangrento, como corpo que me hospeda, como promessa de finitude. Leio nessas entrelinhas o vazio que me afunda, em que me afundo, em que, sobretudo, afundo quem me cerca, a quem me tem amor. Afundando-me vejo os demais afundados, afundamentos, afundamentações. Lanço a todos cordas escorregadias, e fito nos olhares o tédio das fugas sem fim. Para onde vão, tão apressados? retomo meu vazio, meu copo,e cigarro, meu lugar à mesa, ao sol. Não há refúgio, nem garantias, já não há dialética, nem alegorias, projetos, contradições. transgressões? nem as futéis. Não sobrou o ceticismo para abrigar-nos. est'ética é coisa fashion.

Sobraram os empréstimos, as dívidas e os fantasmas.


Passa? Logo.
Então, !

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